domingo, 19 de julho de 2009

Bratz - o Filme


Um filme que vi este final de semana foi o filme das bonecas - agora, em versão carne e osso - Bratz. Não sei se o pessoal conhece. Eu, particularmente, as conheço pouco. Quando as via, achava-as um bando de bonequinhas meio nojentas, para meninas esnobes. Mais ali embaixo tem umas fotos delas em versão boneca. Mas, me surgiu (emergiu, na verdade) a curiosidade de assistir ao filme e gostei bastante.

Essas são as versão boneca. Pelo que sei, tem produtos delas como bonecas, principalmente, incluindo filmes (na versão em computação gráfica, 3D, como estão desenhadas ao lado) e tem - quem diria - até body sprays. Quem não sabe - bem, não que eu seja expert no assunto - body sprays são algo como um desodorante corporal a jato.



No filme, como na vida real, as bonecas Bratz todas têm nome. Chloe, Jade, Sasha e Yasmin. A aparência também é correspondente. Chloe é a loira pura (isto é, loira loirona, pura não necessariamente pois isso, hoje em dia, é como achar um trevo de quatro folhas, ou um cão da raça Fila, praticamente em extinção!).

Jade seria a japonesa (étnica). E lembro-me até agora - com risos, da comunidade do Orkut "Japonesas que não são hype". Uma ironia, é claro; pois...por alguma razão, e isso inclusive no filme "Babel", toda menina japonesa adolescente é "hype", isto é, na modinha, uma coisa meio clubber, fashion, modernete. E realmente a do filme não faz jus à comunidade, logo, ela não poderia entrar e dizer que não é "Hype" pois justamente ela é a mais hype das quatro meninas - pelo menos no filme.

Sasha seria a menina negra - e é bom que haja, pois seria um cúmulo um "embranquecimento cultural" até mesmo neste setor (já basta-nos a Barbie, não é mesmo? E a proposta das Bratz, pelo que parece, não é a de serem meninas como Barbies, muito pelo contrário). Como é difícil de se esperar, isto é, contrariando as expectativas, a menina negra Sasha é igual às outras. Isto é, ela não sai por aí vestida de "Mana", não fala gírias "do gueto", não rebola até o chão e nem se esfrega num cantor da cunha de 50 Cent ou algo do gênero. Ela é uma menina com o mesmo comportamento histérico (ligeiramente, o que é a graça do filme, o glamour, no caso) e extravagante das outras meninas. Ponto positivo? Ao meu ver, com certeza. Justamente porque no filme tratam-se de "grupinhos", de "panelinhas", de "rótulos" - tão presentes no colegial - e as meninas Bratz mostrando que estão alheias a estes padrões, tentando ser justamente elas mesmas.
Um ponto interessante é que não existe muito a tipica caracterização por "gêneros" ou "rótulos" como nas Spice Girls se encontrava, por exemplo. Isto é: uma loucona desvairada (novamente, a negra, expressando sua "afro-descendência" genética e cultural, transmitida em seus comportamentos, como se sua negritude - cor de pele - revelasse algo inato, um padrão "genético" como os dos animais o qual ela deveria seguir - a ruiva mais louca ainda, a linda e loira Emma protagonizando o protótipo da Barbie Girl (e quem vê pensa que tem alguma diferença?), a pseudo(ou quase isso)-lésbica Melanie C (disfarçada de "a menina que gosta de esportes e futebol") e, claro, mais não menos importante, o modelo da alimentação saudável e dos "singelos" e "bondosos" padrões do mundo das modelos, Victoria Beckham.


No caso das Bratz, cada menina é muito parecida com a outra. Isto é, elas são simplesmente "elas". Por mais, é óbvio, que haja certas diferenças entre elas: uma é mais rica, outra é mais interessada pela moda, outra mais melancólica, etc. Mas diferenças estas que fazem parte do mundo humano - senão seria estranho demais, não acham???


Bem, no caso delas, cada uma possui um estilo bacana e gostoso. Todas passam uma imagem de autenticidade, principalmente. Mesmo as que pisam na bola em explosões furiosas, como a nossa Japonesa (que quase poderia ser a japonesa mulher-maravilha de House of the dead, produção trash). Você percebe que cada uma expressa certo traço de autenticidade, de "estou fazendo isso porque é assim que sou, é assim que sinto" e realmente não se importam se estão errando ou não. Aliás, como seria bom isso, não? Porque, se for pensar, o que é certo ou errado? Qual a fronteira que determina? Seria tão, mas tão BOM poder controlar nossas reações, nossos desejos, instintos mais secretos. Agir conforme um script. As Bratz, pelo que você vê, o que menos fazem é agir por scripts de "sou a menina japonesa logo sou assim", "sou a negra logo sou assim" "sou a ruiva a loira etc. logo vou ser ASSIM!!!". Você vê traços de personalidade verdadeira nas meninas - e é o que o filme, acho, tenta mostrar. Bem como a intenção das bonecas (lembra da Barbie? Pois é).


Por último - não acabei o raciocínio - temos Yasmine. Yasmine seria o elo entre as quatro meninas, que se desvirtuam um pouco dos verdadeiros valor da amizade e adentram ao "rotulismo" do colegial. Yasmine mantem-se forte e une as garotas.

A vilã do filme é interpretada por Chelsea Staub, no papel de Meredith. Meredith é a menina que chega a ser hilária - tirada por sua própria irmã caçula - mas que infelizmente retrata boa parte das meninas do colegial de hoje. As Bratz mostram-se bondosas, autênticas. Meredith é a patricinha rica que quer aparecer, que zomba dos outros e inclusive faz o máximo para manter o rotulismo no próprio colégio. É malvada, obviamente. Há pessoas que admiram o "mal". Meninas, e até meninos, que acham que meninas assim - incluindo a Sharpay de High School Musical, interpretada por Ashley Tisdale - são poderosas e têm glamour. Aqui, Meredith aparece realmente como alguém detestável (o que é, na verdade, visto que ela não tem outra palavra de descrição fenomênica de seu ser: insuportável) e não-exemplo. Seria o contrário (vilã...) das Bratz. Enquanto estas representam digamos, autenticidade, potência, atitude, Meredith interpreta a falsidade, o mau caráter. Eu diria também, e isso fica bem papo de psicólogo, o histrionismo (de acordo com um autor chamado Glen Gabbard, a histérica, enquanto estrutura de personalidade, representa um aspecto - um jeitão saudável. A histriônica seria a personalidade doentia, a versão "doente" da histérica). Ou seja, aparecer a todo custo, uma atitude exagerada demais para ser verdadeira. Enfim. O exemplo da garota que tecnicamente não quereríamos ser, mas que, infelizmente - e isso porque vou dizer, numa palavra, muitas garotas hoje são meio retardadas, é por isso - muitas são e se espelham. Eu, particularmente, conheço muitas "Merediths" (ou aspirantes A) espalhadas por aí.



Enfim. Já rasguei seda demais. Hehe.


O importante é reparar como certos valores são ensinados subliminarmente nos filmes. Este é um deles. A amizade verdadeira - recheada, como todo filme de garota teenage - com lipgloss, maquiagens, sapatos (nunca vou entender o quê as mulheres vêem de tão fabuloso em sapatos...juro que isso eu nao entendo), roupas coloridas, música pop, meninos bonitos e "fofinhos", muita dança, carisma, energia, e é claro, vibrações positivas.



Fica a dica pro filme. Abraço, galera. Beijo no coração. Fui.

sexta-feira, 17 de julho de 2009







Criei este blog agora e não tenho muita idéia de por onde começar. Mas falarei da minha trajetória.









Em primeiro lugar, me apresento. Meu nome é Pedro. Sou Florianopolitano (isto é, nativo e residente em Florianópolis - SC - o lugar onde você passa as férias). Estudo Psicologia, faço Psicanálise e estou quase me formando para isto. Também sou dançarino, como "segunda" carreira, a bem dizer.









Estava eu esses dias com os lábios QUEI-MAN-DO de tanta dor do inverno. Mas queimando. Parecia que tinham jogado aguardente, que tinham lançado um lança-chamas na minha boca. Pois até que....









Descobri isto:








Essa pomadinha milagrosa chamada Bepantol resolveu meus problemas. Explico.




Pesquisei na internet a respeito de lábios queimados. Tudo o que encontrava eram palavras-chave esquisitas. Lábios ressecados, lábios partidos, rachados. Nenhum deles se adequava ao meu caso. Parecia mais uma mera estética feminina.





Nada comparada à dor que eu senti em ter os lábios incendiados.





Então, comprei Epidrat Lábios. Não adiantou. Comprei, com raiva, o Ceralip. Pior ainda. Sem falar que fui horas para o trabalho e faculdade com a boca parecendo a boca da Xuxa com lipgloss de segunda categoria.





Finalmente eu comprei o Bepantol. E digo: nao precisei mais sofrer. Depois da primeira passada, minha boca aliviou 300%. Sério. Claro que é um uso constante. Ele ainda está meio ressecado o lábio. Faz uma semana de uso. Mas o Bepantol já aliviou tudo desde a primeira passada. Sem mais dor, sem mais não poder esticar a boca, sem mais acordar de noite com a boca ardendo e você desesperado porque não sabe mais o que fazer.





Use Bepantol.





Consegui isso vendo BLOGs, de meninas, que inclusive indicaram o Bepantol para outros fins. A autora de "Em Busca da Beleza" dá dicas, inclusive, do Bepantol para a hidratação de cabelos. Aí, neste caso, o Bepantol líquido que é este aqui:




A autora de "Barato Deluxe" também confirmou o poder do Bepantol em curar (ou melhorar) olheiras, espinhas inflamadas, manchas na pele, etc. Também já ouvi falar dos usos de Bepantol para as unhas, eu particularmente nunca testei.
Outros blogs que confirmam o poder do Bepantol são "Beauty Everywhere", "Beauty By Claudinha Stoco" e "Cosmético Maníaca". Todos afirmando que Bepantol, originalmente a pomada para assaduras de bebês (como o Hipoglos), é um "midas" no referente à beleza e a cuidados estéticos. Creio que sua composição de vitamina B5 mais o veículo dele tornam-se adequados a isto.
Porque falo o veículo? Da minha apostila de Psicofarmacologia: veículo é a parte da fórmula que diz respeito aos ingredientes que servem para dissolver ou suspender ou ainda misturar homogeneamente o princípio ativo a fim de facilitar a sua administração. Ou ainda: veículo é toda a parte líquida na qual estão dissolvidos, suspensos ou emulsificados o princípio ativo. O princípio ativo de Bepantol no caso é a Vitamina B5, conhecida como dexpantenol.
Mas engane-se...não se engane. Aliás.
O dexpantenol genérico (o Bepantol genérico) não é bom. Ele é ruim. Só serve mesmo para tatuagem. Eu passei nos lábios e piorou a situação. Ele tem um álcool misturado que torna sua textura e consistência mais líquida e transparente, em forma de um quase-gel. O Bepantol, o original, é aquele aí da foto. É a pomada. Ele é bom e não é caro. Não vale pagar um genérico, acredite.
O Bepantol original é o da foto, tem a consistência mais pomadosa (hehe), macia, gostosa e levemente amarelada. E é o que ajuda na boca assada. Portanto se você, como eu, se FUDEU nesse inverno (descuple o termo) porque sua boca ficou parecendo uma grelha de churrasco...use Bepantol, eu dou minha palavra que o alívio vai voltar para você.
As meninas citadas todas aqui merecem minha atenção. Acho-as fantásticas, embora ainda não li o blog. Espero entrar de cabeça na vida de bloggueiro. Finalizo o meu primeiro post aqui e grande abraço.